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Minha Pessoa

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Choro ou sorrio, são estados da alma. Quero e não quero, são coisas do meu coração. Lavo as minhas mágoas de braço dado com as dores e alegrias

terça-feira, 26 de maio de 2009

Poema dedicado por Colegas do 9ºano


"Fui sempre um grande amigo da Verdade
E o Aldrabão não tem valor p'ra mim
Afasto-me se posso, da maldade,
E nunca desgostei de ser assim."


Que saudades destes anos, ja foi à tanto tempo!
Se pudesse voltar no tempo teria mudado tanta coisa, teria lutado pelo meu amigos porque hoje em dia só falo com alguns amigos meus da turma do 9ºano.
Este foi o poema que todos os da turma de dedicaram =)

2005

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Pequenos Apontamentos Antigos III - S/ titulo

"Os afectos que nos predem aos outros são, efectivamente e ao longo de toda a vida, uma fonte inesgotável e imprescindível de emoções - alegria, tristeza, ternura, irritação, entusiasmo, desânimo, saudade..."






Todas essas emoções surtem um efeito melhor ou pior.

Também dependendo da pessoa em questão e da maneira como esta se encontra poderá ser fonte de ânimo para continuar ou exactamente o oposto.

Mesmo que tentemos, nunca podemos apagar essas emoções totalmente, pois elas fazem parte de nós como seres e como Humanos.

Esses sentimentos podem surgir do mais íntimo dos prazeres, como falar com as tais pessoas que nos prendem, sem sequer nos apercebermos. No entanto, assim como há aqueles que nos prendem por razões positivas, há aqueles que nos prendem por razões negativas. Ou simplesmente por que decidiram não nos aceitar, ou por razão de rivalidade, ou, ainda mais surpreendente, pessoas que nos desiludiram profundamente, com quem tínhamos grandes laços. Esses sim são os que doem mais, não por despertarem raiva ou irritação, muito pior que isso é a desilusão.

Eu acho o amor um sentimento ligado à loucura e alegria, pelas coisas loucas que fazemos por aqueles que amamos e a alegria de nos amar assim tanto. No entanto, há quem não o ache pelas grandes desilusões que sofreu, assim chegando a ter medo de amar.

Na minha perspectiva, temos de aceitar os nossos sentimentos como parte de nós, e até mesmo as desilusões que tivemos no passado que nos fez crescer e formar a nossa pessoa, há que sentir orgulho disso.

se quiserem podem sugerir um titulo ;)
Janeiro 2009

quinta-feira, 21 de maio de 2009

30 de Abril

I lay back and wait for you
you get ready..
you ask me to "close my eyes"
and i say "yes" smiling
my lashes fall
i can hear eveything, feel you near me
and then
you get closer
closer
and closer
until i explode
when you get so close
that you are me
and i am you

one

A Quick Short Love Story

Cry Magic

Spread your Wings,

Look into your lover Eyes

and

Whisper Words

Of Inconditional Love!

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Passei horas esquecidas a olhar para ti

tua perfeiçao da tua pele

teus olhos amarrotados de sono

teus braços frageis

teu peito --------

tuas maos ------

tuas pernas...

...e assim envolvendo-te com todos os meus labios

me esqueci das horas passadas a olhar para ti.


(ta imcompleto mas so tu sabes o resto eh eh) xP

domingo, 26 de abril de 2009

Pular a Cerca

folego interrompido por brasileira xP
foram dias fantasticos =)

domingo, 19 de abril de 2009

Porque é que queres mudar de vida?

Não quero que te arrependas, como ja te aconteceu...
e eu proprio nao quero que faças o que estas a pensar fazer! Não vai favorecer muita coisa penso eu...
Não desistas dos teus objectivos...
Aguarda mais um pouco...até eu comprir um dos meus objectivos da minha vida..
tem paciencia por favor!

Tive por aqui à procura de textos e coisas que escrevi e aqui esta um que foi escrito em junho de 2008, não me lembro do dia em que escrevi isto e nem sei se retirei de um texto ou se fui mesmo eu que escrevi mas pensei em partilhar convosco...

E se um dia partíssemos sem rumo? Sem pensar no que fazer, sem planos, inesperadamente? Seríamos irresponsáveis ou tentaríamos quebrar a barreira de todos os dias?

Somos presos a uma família, a um projecto de vida, a um trabalho e a um rendimento que nos deixe comprar no fim do mês mais uma extravagância de fuga. Eu gostava de ser irresponsável...Pegava em mim e naquilo que me conheço desde que me pusseram neste mundo, e apanhava pelo caminho da porta aberta umas coisas que me fossem de proveito, afinal, somos seres precavidos de natureza. Perde-se o gosto pela chuva gelada que nos toca na pele, os raios quentes roçando ao de leve de um Sol que um dia não estará mais cá, por todas aquelas “coisas” que nunca pensamos, não nos damos ao trabalho pois se não nos são rentáveis, de que vale prestar atenção? Eu agarro-me a estes valores da desconstrução mental é por isso que não tenho o medo, o medo de me desprender de tudo e todos, o medo de falhar com alguém. Não sou apático muito menos insensível, só não sou um ser preso como todos os outros.

Terei responsabilidades? Muitas, mas fujo na minha ilusão porque a minha “barca da fantasia” ainda não arde. O meu sonho está perto de mim e cada dia me deparo mais com esta ilusória realidade. Faço a minha fuga. Deixo tudo o que sinto e parto para o meu destino de Primavera, voando por céus de fogo, de estrelas e de paz. Se eu pudesse voar fora da minha imaginação restrita a sonhos, voava para longe e parava o tempo em meu redor para não avançar mais. Sentiria a minha pele arder rasgada do Sol, suada da vida e plena de conquista, a conquista do sonho.

Enquanto caminho para aquela porta finalmente destrancada os meus pés arrastam-se com o peso da consciência, as minhas mãos agarram-se em sangue a paredes negadas de liberdade e a minha mente ordena-me para que pare. Eu luto, resisto e pego num retrato de família, pego em trocos do fundo de um casaco e pego no meu coração levando-o à minha frente. Quem disse que o cérebro manda em nós, não sabe o que é a vontade humana, a vontade quase divina de um Senhor que se esconde de nós. Por fim alcanço-a, a minha entrada para o paraíso, a minha chave de liberdade e sem hesitar saio para rotas sem linhagem, sem conhecimento de mais ninguém pois só eu lutei para as alcançar.

Fecha-se um passado atrás de mim, um presente cheio de angústia de viver, de tormentos de prisão e de monotonia. Mas apercebo-me tarde de que para trás ficam aqueles a quem dei um pedaço de mim, uma lágrima de dor, um sorriso de plenitude e uma mão de descanso, aqueles a quem um dia proferi palavras de amor. Agora, é tarde... Ao contrário do que pensava sou como todos, egoísta e egocêntrica, pensei em mim e em mais ninguém. Larguei-me da vida e fui fútil o suficiente para pensar que isso podia resolver todos os meus problemas. Agora encaro-me com a certeza de que sou humano, que sou um erro do molde que sempre foi defeituoso e finalmente percebo o significado de saudade.Eram capazes de largar tudo sem consciência do caminho de dor que deixam para trás e do futuro de incertezas que se alonga pela frente? Se pudessem, fariam-no.

A escrita de um sonho de um homem ou mulher que um dia grita dentro de si um aclamar de “basta”. O “basta” da dor de viver que todos temos mas todos, sem excepção, escondemos...

junho 2008